Arquivo para outubro, 2007

Criatividade japonesa

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Que tal comprar uma saia que, caso haja a desconfiança de um assalto, você vira a esquina e se transforma em uma máquina de refrigerante? Pois é essa a proposta de uma estilista japonesa, com os crescentes índices de criminalidade no Japão. A pessoa esconde-se por detrás do pano, que é impresso com uma foto de tamanho real de uma máquina de vender refrigerantes.

Mas a criatividade japonesa não fica por ai. Ela desenhou uma versão para crianças, uma mochila que se transforma em um hidrante no estilo japonês, escondendo a criança. Existe também a “bolsa buraco”, que, ao ser desdobrada, parece com uma tampa circular de esgoto. Há também um conjunto de uniformes para estudantes de segundo grau à prova de facadas, feitos com o mesmo material usado no kevlar, e um livro com dicas para mães sobre como vestir até as crianças mais modestas como “pseudo-criminosos”, a fim de assustar aqueles garotos brutos que gostam de intimidar e bater nos mais fracos.

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Ao ler a matéria publicada no UOL, no primeiro momento, minha reação foi rir, mas acho que isso é produto de diferenças culturais profundas. Nos EUA, e até mesmo no Brasil, queremos nos proteger dos criminosos, mas os japoneses preferem ludibriar os assaltantes, é menos arriscado do reagir ao um assalto. O problema é descobrir a hora de tirar a fantasia, ou então, o assaltante ter vontade de tomar um refrigerante, rsrsrs.

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Bicho de estimação

Uma amiga sugeriu que eu deveria ter um bicho de estimação, já que eles enaltecem a alma, servem de companhia e enchem de alegria qualquer coração solitário. Mas descobri que tenho um bicho mais precioso ainda para cuidar: eu mesma.

Então, sem conseguir tirar do imaginário as instigantes referências dos contos de fada, resolvi ser minha própria fada madrinha.

Agora vou realizar todos os meus desejos e sonhos nunca antes sequer sonhados. Estou toda sorrisos para mim mesma, me mimo e faço todos os gostos. Ainda bem que sou fácil fácil de agradar, qualquer carinho me embobece.

Paris, mon amour

Cidade fetiche para muita gente, Paris guarda o sonho de consumo de todo mundo que adora viajar e é também o destino preferido dos mais apaixonados. Seja mochileiro ou vip, a cidade possui atrativos para os gostos mais secretos.

Esses dias, meus desejos estão voltados para lá, não apenas pela Torre Eifel, Arco do Triunfo, Museu do Louvre ou mesmo para passear às margens do rio Sena. Tudo isso é muito interessante, mas é que lá, passeando por aquelas ruas, está a pessoa mais especial para mim. E, com ele, todo deserto vira um oásis.

Sonhando ao contrário

Ontem tive um sonho que me deixou perturbada o dia inteiro. Foi com uma ex-colega de trabalho que não vejo a muito tempo, ela casou e se mudou para a Bahia. No sonho, ela vinha a Natal e nos encontrávamos, mas ela estava estranha e discutia comigo, não lembro porquê. Então, fiquei com uma sensação ruim, como se o sonho tivesse mesmo acontecido.

Mas o dia foi bom, teclei com amigas queridas, falei com outra por telefone, encontrei meus sobrinhos, ri bastante com eles. Acho que o sonho, na verdade, foi anunciando o contrário…

Sem a telinha

Estou igual àqueles ex-fumantes que contam os dias que ficam longe do cigarro: hoje completei o segundo dia sem a televisão. Pois é, de tão velhinha, a coitada queimou de vez e agora estou num quarto andar, sem ter como descer com ela, nem como subir com uma nova. Ai ai, como faz falta um homem nessas horas…

De doenças e outros demônios

Quando estamos sós, temos que passar por momentos bons e ruins, ontem a noite passei por minha primeira provação: fiquei doente. Era tanto frio que não sabia o que fazer. E o pior é que passa tudo pela cabeça: “não tem ninguém aqui para eu pedir um chá”, “eu poderia morrer aqui e só iriam descobrir depois”. Só pensamentos, assim, animadores. Minha vontade era de voltar pra casa do ex, mas me controlei e sobrevivi. Hoje já estou bem melhor.

Comidinhas

Pronto. Já tá ficando quase tudo no lugar. Enfim, comprei a máquina de lavar e, ontem, foi a vez das panelas. Nunca fui afeita a fazer comida, mas agora quero tentar receitas e inventar pratos.