Arquivo para julho, 2011

Simplesmente eu

Babélica, apesar do meu eu

Querer bater asas

O meu casco capricorniano

Pede a quentura

E a solidez do solo.

Jamais gostei

de me sentir caça,

pois entre o amor e a dor

prefiro ser caçador.

Ser eu,

ser literalmente dona de mim.

poder amar o erro,

contrariar o natural,

me embriagar mil vezes,

confusa entre minha sensibilidade e emoções,

mais que sejam sólidas e duradouras.

E mesmo no erro,

deixem que eu me perceba,

mil veses me embriagarei,

junto a minha estupidez

se assim entenderes.

Mais dona de minha própria loucura

amante da praticidade

e parceira incondicional das realizações…

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